Coleta os recursos que movem tudo. Na era agêntica, cada aldeão comanda também unidades-agente, e a pergunta da civilização passa a ser: ele sabe quando delegar e quando revisar?
Toda empresa de software é uma civilização diante da era dos agentes: começa na Idade das Trevas (shadow IT, ninguém sabe o que os aldeões instalaram), licencia ferramentas na Idade Feudal, aprende a operar e a se defender na Idade dos Castelos, e institucionaliza, ensina, publica e reorganiza na Idade Imperial. O banco do FAROL (264 perguntas) é a árvore de tecnologias dessa civilização. O diagnóstico diz em que idade você realmente está, que raramente é a idade que o CTO anuncia.
Cuidado com o monge roxo: a atrofia converte aldeões silenciosamente.Como no jogo, avançar de idade exige construções e recursos, não basta clicar no botão. Os requisitos abaixo são os artefatos e portões reais do instrumento (Manual v5.2). Clique numa idade para ver detalhes e desbloquear conquistas.
Cada linha é uma edificação (uma das 15 grandes perguntas); cada caixinha, uma tecnologia pesquisável (um item do banco), na coluna da idade em que ela se pesquisa. Feudal = P1 conhecer · Castelos = P2 fazer · Imperial = P3 articular. Passe o mouse para o nome completo, clique para abrir o pergaminho da tech. O símbolo de corrente sinaliza pré-requisito.
Carregando árvore de tecnologias...
O bestiário da era agêntica traduzido para quem cresceu jogando estratégia em tempo real.
Coleta os recursos que movem tudo. Na era agêntica, cada aldeão comanda também unidades-agente, e a pergunta da civilização passa a ser: ele sabe quando delegar e quando revisar?
O canto da conveniência: "deixa que eu faço por você". Converte aldeões silenciosamente, com queda de 17% no domínio conceitual e sem ganho de produtividade (Shen-Tamkin, Anthropic). Alvo preferido: o aldeão de meia-carreira.
Torres contra prompt injection (nº 1 do OWASP pelo 3º ano), muralha de revisão de MCPs (1.184 skills maliciosas no ClawHub), fosso de sandbox. Regra de ouro: nunca deixar um agente combinar a tripla letal.
Onde a civilização troca ouro por inteligência. Taxas de câmbio são model routing (barato para o fácil, frontier para o difícil); rotas de comércio são prompt caching (até 90% de desconto). Sem mercado, a fazenda de tokens vira sangria.
Onde se pesquisa balística: o juiz-LLM calibrado contra rótulo humano (85% a 90% de concordância, modelo diferente do gerador). Sem universidade, a civilização mira pelo olho. O METR mostrou que o olho erra 40 pontos.
A unidade que precisa desmontar para operar: recebe spec completa, trabalha sozinha e devolve um PR horas depois. Devastador bem usado (Itaú: 70% das vulns auto-resolvidas), inútil sem spec, atira na própria muralha.
Recolha-as e guarde-as no mosteiro: 30 a 50 exemplos reais rotulados geram ouro contínuo, cada eval em CI é a relíquia pagando dividendo. Empresa em estado "relíquia viva mais juiz calibrado" é exceção em 2026.
Cara, demorada, visível de todo o mapa: publicar, palestrar, abrir código, formar gente de fora. No instrumento é a lente transversal que não dá ponto, dá reconhecimento. Quem constrói Maravilha prova fluência por observação externa.
A empresa-modelo do Manual v5.2 como cenário de campanha. Software house do Recife, cerca de 40 aldeões em 6 squads.
O capitão jura que a civilização já é Imperial. O radar diz Idade Feudal (21/100). Não é derrota: PME nesta região do mapa começa com 15 a 25. Jogue contra o seu próprio replay, não contra o placar alheio.
A névoa de guerra só se dissipa onde você sonda: Q1 trimestral, Q2 semestral, Q3 anual. O mapa é re-gerado a cada edição do banco: 78% das techs são emergentes.